Ame!

O amor é como a criança: deseja tudo o que vê. "William Shakespeare"

Plante!

Não corra atrás das borboletas; plante uma flor em seu jardim e todas as borboletas virão até ela. "D. Elhers"

Lute!

Você sabe qual é o seu problema Alan?, Deus me dá limões e eu faço limonada. Ele te dá limões, você chupa! "Charlie Harper"

Sinta!

Gosto do outono porque ele é frio suficiente para refrescar o calor... E é quente o suficiente para aquecer o frio! "Lidiane Araújo Mejozebato"

Doce

A paciência é amarga, mas seu fruto é doce ! "Rousseau"

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Cores do seu Amor



As cores lindas da manhã, encontro no seu sorriso. 
As maravilhas do seu amor, é quase que um paraíso. 

Na vida procurei sempre um amor para amar.
E quando finalmente te encontrei não pude mais duvidar.

E você sempre com aquele olhar tão sincero..
Quando olhou pra mim, vi logo que era tudo o que quero. 

De mãos dadas seguimos juntos nessa estrada.
Por que é apenas do seu lado que me sinto amada.

E não se preocupe, de ti, nunca irei desistir.
Poderá vir tudo, e tudo o que estiver por vir.

Então agora o meu coração já pode voar.
Isso tudo porque você me faz te amar.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Puxa a cadeira, vamos falar


Vamos falar. Sobre o quê? Eu não sei. No fim, eu te digo.
Mas, vamos falar de algo alegre. Algo que acrescente pra mim e pra você. Ou talvez, seja melhor falar-mos de alguma besteira. Vamos voltar a ser crianças. Vamos? Não sei. Quero apenas falar com você. Puxa a cadeira, senta do meu lado. Não quero que um vazio fique entre nós. Eu quero mais pra mim, eu quero mais de ti. As palavras embargam e eu não te quero perder. E eu sou tudo o que mudou em nós. Entendes? É difícil não olhar para trás. Mas eu consigo ultrapassar, por ti não é difícil. Lancei os dados, e o jogo recomeça, de novo. Olhando agora, pra você, vejo que nada mudou. Os seus olhos me dizem exatamente a mesma coisa. Sua voz baixa, me diz o que eu quero ouvir. O seu perfume, lembra os sonhos que um dia esqueci. E entre nós, não existe ponteiro da solidão. As horas voam desesperadamente. Ainda assim, queria que soubesses, que caiem várias flores no meu jardim... Mas, cruzei-me com um girassol, que colocou o meu coração, em um beco sem saída.
E era apenas isto que eu queria te falar: Girassol, acredita em mim.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Velha infância


E que comece. Comece tudo o que tenha que vir. Tenho a certeza que este texto será apenas um texto que darei asas ao meu insano coração. Não haverá verdades pensadas, apenas verdades sentidas. Meu erro, minha fraqueza.
Serei a única que sente saudades de quando era pequena?
Tenho saudades de não me preocupar com nada, apenas com a vida das minhas bonecas. Dar-lhes de comer, e coloca-las para dormir.
Tempos em que brincar, não era brincadeira nenhuma! Brincar era uma forma de ser feliz, uma escolha de vida.
Lembro que naquela época eu queria ser uma menina crescida, sem provar nada a ninguém. Só precisava do meu gloss rosa com sabor a cereja e minha bolsa rosa cheia de estrelinhas brilhantes. Não sei o que você acha sobre isso, mas eu, naquela altura me sentia como a maior das rainhas!
O meu primeiro salto, deveria ter 1 cm, e acredite, eu mal conseguia andar com eles. Mas mesmo assim, minha visão sobre eles era muito maior. Lembro também que quando entrava na Toys 'r us, me sentia explodindo de felicidade. Era como se o melhor de todo o mundo estivesse, ali, bem na minha frente. E eu podia tocar em tudo! Podia tocar na maior felicidade de todo o mundo, assim, sem dar nada em troca. Sem ter que ser alguém, e sem ter que provar nada. Era mágico! Naqueles tempos, o jornal da noite não fazia parte da minha rotina. Disney channel, cartoon network e canal panda eram os meus grandes alheados. A escola na segunda, era uma tristeza.. A escola na sexta, era uma alegria. Meus livros de português, eram todos marcados. Eu lia todos os textos apaixonadamente. E cada pagina, tinha um coração meio torto, com as minhas milhares de canetas brilhantes com cheiro. Nesses corações tinha o nome do menininho que não ligava nenhuma pra mim.. Mas mesmo assim, eu gostava dele. Tinha também o nome das minhas melhores amigas.. Aliás, elas eram as primeiras a rabiscar o meu livro de português. E eu adorava tudo isso. E nos tempos de escola, a minha maior preocupação, era saber o que fazer na hora do recreio! Que brincadeira escolher? Oh... Eram tantas brincadeiras que poderia escolher para tão poucos minutos.

Serei a única que sente saudades de quando era pequena?
Hoje as coisas mudaram drasticamente.
Meus saltos são bem mais altos. Minha maquiagem já não é rosa, e já não tem sabor.
Não sei mais onde anda o meu velho livro de português. Minhas bonecas provavelmente estão no lixo. Os corações tortos que eu fazia, já não existem e muito menos o nome de alguma pessoa dentro dele. Os canais de desenho já não estão na minha lista de canais. Perdi o contacto das minhas amiguinhas. Meus livros de leitura já não são rabiscados. São frios. Minhas canetas já não têm brilho e nem cheiro. Não sei mais se a Toys r' us existe. E minha bolsa não tem mais estrelinhas. O jornal da noite faz parte da minha rotina. E as minhas preocupações mudaram radicalmente.

Mas essa é a vida. Corremos, lado a lado com o tempo.
Apesar de não viver mais o que antes era essencial, eu vivo hoje o que agora é essencial. A minha infância ficou lá atrás. Mas a menina que um dia sorriu ao ver uma bola de sabão, ainda vive em mim.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Rotina


Outra manhã de calor. Nem estamos no verão. E sufoca, tudo isso sufoca.
Começo o dia igualmente aos outros. Deixei-o cair na rotina, culpa minha.
Pensei em te ligar, mas você está muito longe, muito longe de mim, longe do meu coração.
Quem sou eu para te fazer esperar! - Desculpe, deixei o meu coração falar...
O dia passa sem ter noção das horas, e assim vai se encaminhando intensamente muito mais rápido que eu.
E eu espero sinceramente, que você encontre o que precisa. Que consiga ter tudo o que deseja, e muito mais.
As minhas necessidades são sempre ultrapassadas, começo a pensar no que realmente preciso. E preciso agora de me mudar. Quero voltar pra casa. Quero ouvir palavras bonitas, suas. Mas o seu silêncio continua ironicamente.
O tempo vai amenizando, o calor vai passando. Começo a estabilizar, aparentemente. E de longe solto um suspiro de desapontamento exposto. E esse sentimento só eu consigo interpretar, e ignorar. Você tem a senha para decifrar aquilo que penso? Sente que preciso de você, em minhas palavras? Ou elas estão muito frias e vazias?
O dia vai passando, o sol se pondo, novamente. Quero voltar pra casa, e até consigo falar calada.
Você sabe, nem preciso de o dizer. Você sabe. O simples te torna muito. Você faz por querer?;
É gracioso porque quer? Nem sequer consigo enxergar a realidade, e a minha curiosidade emocional ecoa. Essa minha vontade de ir, e voltar pra casa é grandiosa. Nunca esperaria que você entendesse alguma coisa, mas, odeio quando você vai embora sem ouvir o que tenho para te dizer. Agora, no fim de tarde toquei a música mais linda de todas, no meu violão, e eu tinha jurado que nunca mais tocaria uma canção de amor. Foi incrível! Foi como se a minha alma extrapolasse os limites físicos, e viesse ao meu encontro através da melodia. Este dia foi exactamente igual ao de ontem, incrivelmente. Mas foi tudo uma excepção, você é a minha única excepção.
E valerá a pena? Pesando o custo-beneficio, não sei se valerá, mas amanha saberei.
Enfim, agora escureceu e sinto um frio despudorado tocar no meu rosto. Nem estamos no inverno. E sufoca, tudo isso sufoca.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Necessário?


É necessário estar apaixonado para falar de amor?
É preciso ter alguém em seu coração, para falar de paixão?
Tal como aquela florzinha linda, que ama as suas pétalas. Não ama por amar, não cuida por cuidar. Igual aquele Sol que tem o prazer de nos aquecer todo o dia. Ou então como aquela chuva que tem a vontade de nos refrescar sem pedir nada em troca.
Você ama alguém?
O coração não vive sem amor, o amor não vive sem o coração.
Então, porque insistes em separá-los?
Ouvi uma música que me lembrou amor. Estará ela, apaixonada?
Escrevi cartas de amor ontem de noite. Tinha destinatário?
Eu fiquei até ao amanhecer sonhando com romances.
Abri a janela e senti a brisa de verão, me mantendo delicadamente aquecida.
Achei romântico o casal de namorados na esquina.
Não ouvi as más noticias no jornal hoje. Preferi ver o Titanic, me perder e fechar os olhos.
Será que você faz o meu coração dilatar-se e transbordar de felicidade?


É necessário estar apaixonado para falar de amor?
Claro meu amor!
Antes de te conhecer, já te amava.
És a razão pela qual, acordo, ouvindo " I knew i love you" todo o dia.


Eu te amo? Claro meu amor. Eu te sinto? Aqui bem no coração.

domingo, 25 de abril de 2010

Rabiscos

Hoje eu estou com vontade (...)

Aquela vontade de sair descalça, sem maquiagem, com o cabelo bagunçado.
E ir correndo até a floresta e sentir a terra molhada entre os meus dedos.
Uma vontade de deitar na grama molhada e gelada, e sentir o pulsar da Terra.
Queria poder sair de pijama mesmo, sem me preocupar com o que os olhos alheios deixam ou não de pensar.
Gostaria que me deixassem querer gritar, gritar e gritar com todas as minhas forças. Tanto que, os passarinhos sentissem vontade de acompanhar a sinfonia da minha voz.
Talvez também quisesse pular de um avião com para-quedas. Sentir aquele vento gelado sobre o meu rosto e o calor do Sol sobre as minhas costas.
Mas, bom mesmo é se eu pudesse ir para o país que amo, e não para o de minha origem.
Talvez também quisesse esquecer do ocorrido e acontecido.
Queria se pudesse, pegar todas as minhas roupas e jogar tudo no lixo. Queria só viver de mim.
Aquela vontade de dizer "eu te amo" para o meu primeiro amor. E logo em seguida, ir em devaneios.
Se me permitissem, gostaria também de comer morangos directo da morangueira. Não me culpe por isso, por favor.

Gostaria de dormir na floresta, sem redes sociais, sem nada.
Queria que o meu cabelo tivesse o cheiro de pétalas de rosas dos mais puros jardins.
Só queria eu e a natureza.

Aquela vontade de fazer desaparecer o dinheiro da Terra, para fazer com que todo mundo compre as suas necessidades e vontades, apenas com amor e sorrisos.
Queria que o sentimento fosse o meu documento, sem demasia, mas que fosse.
Na beira do mar, eu queria dormir. Dormir ouvindo o som da quebra das ondas, sem qualquer preocupação e indignação.
Gostaria de poder olhar para o Sol sem ficar cega. E poder olhar para o Mundo sem ter vontade de chorar.
E enquanto tudo isso ocorresse, gostaria que o tempo parasse. E que tudo o que me rodeasse, fossem os que moram no meu coração.

É, era mesmo isso que eu queria, mesmo sem ser em demasia, eu queria.
Não desejei no passado, não sei do futuro mas no presente, hoje, eu estou com vontade (...)

Peço muito?